Fábricas fechadas não são apenas edifícios vazios, são cadeias de valor interrompidas, empregos perdidos, impostos que deixam de existir e capital que fica imobilizado. Em Angola, muitas unidades industriais pararam por falta de energia estável, escassez de matérias-primas, gestão inadequada, obsolescência tecnológica, conflitos de titularidade, dívidas fiscais, problemas de licenças, ou simplesmente por não haver um operador capaz de recolocar a fábrica no mercado com competitividade.