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{"results":[{"text":"Quando um banco executa uma garantia e toma posse de um imóvel, de uma fábrica ou de outro ativo produtivo, o objetivo raramente é tornar-se proprietário definitivo desse património. Na prática, trata-se de uma medida de proteção para recuperar, total ou parcialmente, o crédito concedido e mitigar perdas, seja por via de um processo de penhora, adjudicação ou dação em cumprimento. Ainda assim, após a tomada de posse, é comum que esses ativos fiquem meses ou até anos sem utilização efetiva, seja por falta de um plano operacional, por entraves legais e administrativos, por ausência de capacidade de gestão ou por condições de mercado desfavoráveis. Durante esse período, o ativo tende a transformar-se num centro de custos: há despesas de manutenção, vigilância e seguros, impostos e taxas, conservação mínima para evitar deterioração, além de custos de oportunidade e impacto reputacional. Em muitos casos, o imóvel devoluto sofre vandalismo, a fábrica perde equipamentos e licenças, ou o ativo produtivo deixa de cumprir requisitos técnicos, desvalorizando-se e ampliando o risco financeiro no balanço da instituição, inclusive pelo aumento de imparidades e pela pressão para liquidação com desconto.\n\nA Gestão de Ativos Angola (GAA) propõe uma abordagem diferente e mais orientada a resultados: antes de vender um ativo retomado, faça-o produzir rendimento de forma estruturada, controlada e compatível com o perfil de risco do proprietário. Em vez de acelerar uma alienação em condições desfavoráveis, a estratégia passa por reativar o potencial económico do bem, gerando fluxo de caixa enquanto se prepara a venda no momento e nas condições mais adequadas. Um imóvel pode ser colocado em arrendamento, explorado como espaço comercial, transformado em armazém, escritórios ou alojamento, dependendo da localização e da procura; uma unidade industrial pode ser operada por meio de contratos de exploração, subarrendamento, parcerias com operadores especializados ou acordos de prestação de serviços; e outros ativos produtivos podem ser reintegrados em cadeias de valor locais com gestão profissional e metas claras. Ao combinar governança, conformidade, manutenção preventiva e um plano de monetização, esta abordagem ajuda a reduzir a degradação do património, melhorar a recuperação do crédito e criar um caminho mais eficiente entre a tomada de posse e a alienação, convertendo um ativo parado num instrumento de geração de valor."}]}
Todos os anos, as instituições financeiras incorporam no seu património ativos provenientes de incumprimentos de crédito. Entre eles encontram-se:
Embora representem garantias recuperadas, estes ativos também criam novos desafios para os bancos. Enquanto permanecem sem utilização, continuam a gerar despesas e a perder valor de mercado.
Um imóvel ou uma fábrica retomada não é um ativo neutro. Mesmo sem produzir qualquer receita, continua a exigir:
Além disso, a deterioração física e a obsolescência tecnológica reduzem progressivamente o valor do património. Quanto maior for o tempo de imobilização, maior poderá ser a perda económica.
A Gestão de Ativos Angola desenvolveu um modelo especializado de administração de ativos retomados. Em vez de manter o património improdutivo enquanto aguarda um comprador, o banco pode colocá-lo em exploração económica. O objetivo é simples: gerar receitas que contribuam para reduzir os custos de manutenção e, sempre que possível, amortizar a dívida associada ao ativo.
Realizamos uma avaliação técnica, jurídica e comercial para identificar o potencial económico do imóvel ou da unidade industrial.
Cada ativo recebe um plano de exploração adequado às suas características. A estratégia pode incluir:
A GAA identifica empresas interessadas em utilizar o ativo, negociando contratos que protejam os interesses da instituição financeira e assegurem uma utilização responsável do património.
Coordenamos a relação entre o banco e o operador, acompanhando a execução contratual, a manutenção do ativo e o cumprimento das obrigações estabelecidas.
Uma fábrica adjudicada não precisa permanecer encerrada. Mesmo que o banco não tenha interesse em operar uma unidade industrial, pode autorizar a sua exploração por terceiros mediante contratos estruturados. Com o modelo LPaaS:
Esta abordagem reduz a degradação do património e preserva o seu valor para uma futura alienação.
Edifícios, escritórios, armazéns e centros logísticos podem ser administrados de forma profissional, permitindo:
Assim, o ativo deixa de representar apenas um custo e passa a produzir fluxo de caixa.
A administração ativa dos ativos retomados oferece vantagens relevantes:
Quando um ativo retomado continua em funcionamento:
Em vez de representar apenas um ativo em carteira, o património continua a contribuir para o desenvolvimento económico.
A Gestão de Ativos Angola posiciona-se como parceira estratégica das instituições financeiras na administração e rentabilização de ativos recuperados. O nosso papel é transformar património parado em património produtivo, através de soluções técnicas, jurídicas e comerciais que conciliam a proteção dos interesses do banco com a criação de valor económico. Porque recuperar um crédito não deve significar administrar um prejuízo. Um ativo bem gerido pode gerar receitas, preservar o seu valor e contribuir para uma recuperação financeira mais eficiente.
Nem todos os ativos retomados encontram comprador de imediato. Mas quase todos podem ser administrados de forma inteligente enquanto aguardam a sua alienação. Na Gestão de Ativos Angola acreditamos que um imóvel ou uma fábrica penhorada não deve permanecer parada. Deve trabalhar, gerar rendimento e contribuir para reduzir o impacto do crédito malparado. Gestão de Ativos Angola – Administramos ativos recuperados para proteger patrimónios, gerar receitas e criar valor para as -
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